Achei esta matéria na Mais Equilíbrio muito boa e com muita informação sobre shampoos de limpeza profunda...Espero que gostem:
Aquela sensação de que o cabelo está sujo não se deve só à poluição do dia a dia. Na verdade, o uso de shampoos, condicionadores e especialmente de finalizadores e cremes sem enxágue também vai deixando resíduos impregnados nos fios.
Com o tempo, essa "sujeira" acumulada pode formar um tipo de barreira que impede que outros produtos penetrem e ajam nas madeixas.
Aí, só uma limpeza profunda para deixar tudo como antes. Nesse caso, vale o uso do shampoo antirresíduos. "Com o trabalho dos seus ativos, ele é capaz de abrir a escama do fio e limpar, tirando os resíduos", explica a hairstylist Sonia Nesi.
Atualmente, esse item tem se tornado popular. Tanto que muitas marcas resolveram investir e criar seu próprio shampoo nesse estilo. Por isso, é bom pesquisar na hora de comprar o seu, preferindo sempre aqueles com pH mais neutro (em torno de 7) - eles tendem a agredir menos os cabelos.
Usar o produto do jeito certo é simples. "A maneira correta de usar é lavar bem os cabelos com o shampoo e enxaguar bem, sem deixar resíduos", sugere o cabeleireiro José Eustáquio, do Studio W (Higienópolis), em São Paulo.
Mas cuidado. O shampoo antirresíduos não é como qualquer shampoo, e, portanto, não deve ser usado todos os dias e nem mesmo mais de uma vez por semana, já que pode ressecar os fios. "Aconselho uma vez em duas semanas ou, para quem lava os cabelos todos os dias, uma vez na semana", sugere Sonia.
A dica para que as madeixas fiquem bem limpinhas e hidratadas mesmo após a aplicação do shampoo antirresíduo é contar com uma máscara de hidratação ou ainda um bom condicionador, que irá fechar as cutículas dos fios, deixando-os mais saudáveis.
A maioria das pessoas pode utilizar esse produto sem problema algum. Aliás, quem tem o costume de usar finalizadores, leave-in ou cremes sem enxágue deveria fazer disso um hábito, pois tais produtos deixam vários resíduos nos fios quando usados frequentemente.
Mas existem algumas restrições. José ressalta que quem tem cabelos extremamente secos e ressecados deve evitar o uso. Já Sonia alerta para não utilizar quem faz escova progressiva ou alisa as madeixas e quem faz muita coloração, pois sua fórmula pode tirar as químicas mais rapidamente. No entanto, ela considera o shampoo "ideal para quem sempre usa um mesmo shampoo e quer tirar os resíduos acumulados".
CASTANHOS DIVINOS Truss Color transforma a cor sem comprometer a jovialidade dos fios escuros. Sua fórmula contém Óleo de Buriti , Glicine de Soja e Silicones, que aumentam o condicionamento da fibra, promovem maciez e maior fixação da cor. A série de MARRONS e MARRONS-CHOCOLATE transita entre marrons frios (marrons) e marrons quentes com tons acobreados (marrons-chocolate). São marrons únicos, com muito brilho e textura natural, encontrados nos melhores salões!
Sim, elas estão em alta! A dica é cuidar bem dos fios para elas terem um bom caimento, e se jogar nas mãos de um bom profissional com técnicas de visagismo. Cabelos lisos favorecem o uso da franja. Já os étnicos, ondulados ou cacheados armam e precisam ser modelados com secador. Aconselho não utilizar chapinha constantemente na franja. Além de danificar e arrepiar os fios, deixa a franja com cara de artificial. Outro fator importante: o tipo de rosto determina o tipo de franja a ser escolhida. O rosto redondo, por exemplo, deve preferir as desfiadas, e as testas maiores combinam com fios mais longos. O importante é dar leveza ao rosto e harmonizar a franja com o seu formato. Gi Quintino
Gostei muito deste corte!!!Foi um curto irregular todo com desfiador, franjão e costeletas compridas, na parte de cima da nuca deixei bem desfiado para dar mais leveza...
Esta foto foi cedida por minha amiga Alice Zebral.
Confira mais fotos no: FLICKR
Percebi que ainda muitas pessoas tem dúvidas sobre as escovas progressivas, e mesmo já tendo postado algumas matérias sobre este assunto, resolvi postar mais esta matéria que foi publicada na revista VIVABELEZA que acho bem esclarecedora, mas se ainda estiverem com dúvidas é só postar as perguntas aqui ok!!!
ESCOVAS PROGRESSIVAS Remodelagem da forma com vantagem extra: brilho e maciez
Texto: Gillian Borges, Carmen Cagnoni e Tatiana Duarte.
O FDA, órgão americano que regulamenta alimentos e medicamentos, classificou o formaldeído (ou formol) como substância cancerígena. No Brasil, onde ter cabelo liso é praticamente uma obsessão para boa parte das mulheres, o perigo do uso de produtos com a tal substância é alardeado há tempos. No entanto, ela continua a ser utilizada em muitos estabelecimentos de beleza. Alguns fatores explicam esse sucesso contínuo nos salões, apesar dos riscos envolvidos:
- A aplicação é rápida e simples. Em dois ou três passos o cabelo fica liso.
- O fio ganha um brilho saudável. Esse brilho, no entanto, é causado pelo encapamento do fio, que impede sua nutrição e hidratação de fora para dentro. Ou seja, o cabelo fica bonito, mas bem frágil e desidratado internamente.
-O custo do formol é baixo, o que representa bons ganhos para o salão.
Embora há muito tempo substâncias eficientes e seguras para proporcionar alisamento estejam disponíveis no mercado (como tioglicolato de amônia, guanidina, hidróxido de sódio e de cálcio, entre outros), a indústria sentiu que era necessário simular os efeitos do formol que são considerados positivos pelas clientes, como brilho, maleabilidade, rapidez de procedimento, baixo custo. Por isso, correu atrás de opções legais e capazes de alinhar os fios sem causar efeitos colaterais - ao contrario do formol, substância comprovadamente agressiva para a saúde de cabeleireiros, bem como de clientes.
Foi desse processo de busca que surgiram ativos como a cisteína, a carbocisteína, a oxoacetamida e o ácido glioxílico. Muitas dúvidas, no entanto, circundam esses ativos. Isso porque houve pouco tempo para pesquisas e nem todas as ações já estão regulamentadas pela Anvisa, a agência brasileira que regula cosméticos. Deixando de lado a boa dose de marketing que envolve os novos produtos, é importante que tanto cabeleireiros quanto clientes entendam que eles reduzem, sim, o volume, retiram o frizz, são até capazes de dar um aspecto mais liso aos fios, mas não tem poder de alisamento.
O X DA QUESTÃO
A forma que o cabelo apresenta -liso, encaracolado,crespo ou crespíssimo - tem a ver com sua estrutura química. Para alterá-la, é necessário intervir em sua composição. Ativos como tioglicolato de amônio, guanidina e hidróxidos conseguem penetrar no interior da fibra,onde estão as pontes de enxofre e outras estruturas químicas responsáveis pela forma da haste capilar, e modificá-las. O mesmo não acontece com cisteína,carbocisteína, oxoacetamida ou ácido glioxílico. Tais substâncias (com pouco tempo de uso em cosméticos do segmento da beleza profissional) agem principalmente na cutícula, a parte externa da fibra capilar. Assim, temporariamente, são capazes de oferecer um efeito liso, à medida que o cabelo é lavado, elas se soltam da superfície e o fio retorna ao jeito original.
Nos salões, esse efeito temporário está agradando em cheio às clientes. Primeiramente porque a brasileira adora cabelo liso, sim. Mas também adora movimento. Aquele liso endurecido, sem balanço, é considerado coisa do passado e totalmente indesejável. Outro ponto positivo é a possibilidade de fazer uma escova ligeiramente encaracolada nas pontas. As mulheres gostam de um visual à la Gisele Bundchen de vez em quando (efeito impossível de ser obtido num cabelo alisado com formol).
Além disso, a grande vantagem das chamadas novas escovas é deixar o cabelo macio, com brilho, flexível e forte. Em outras palavras: ele ganha realinhamento e saúde. Isso é possível porque cisteína, carbocisteína, oxoacetamida e ácido glioxílico,além de já terem um bom poder de tratamento,precisam ser aliados a fortes ativos hidratantes e emolientes. Só assim o cosmético ganha uma ação relevante de redução de volume e simulação de alisamento. Ou seja, a indústria percebeu que quando a cutícula passa por um intenso tratamento hidratante e emoliente, o cabelo fica mais bem-comportado e fácil de pentear. E é isso que atrai clientes para o salão.
DO QUE SE TEM CERTEZA QUANDO O ASSUNTO É NOVAS ESCOVAS:
1 - O formol só é permitido em fórmulas cosméticas como conservante e em concentração baixa: 0,2% "isso equivale a duas gotas num frasco de 100 g", explica Érica França, especialista em cosméticos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
2 - Entre as novas substâncias que a indústria vem pesquisando para substituir o formol como alisante está uma que faz parte da composição da fibra capilar, a cisteína. Esse aminoácido, quando incluído na formulação de um cosmético, consegue preencher áreas desgastadas na superfície do fio e melhorar sua aparência, proporcionando força e luminosidade.
3 - Em PH ácido a cisteína enfraquece as ligações das pontes dissulfeto e com o calor da chapinha há uma mudança provisória nessas pontes, o que resulta em fios temporariamente lisos. "O aminoácido, em concentrações elevadas, promove a transformação do fio. Porém, exige neutralização com peróxido", esclarece Sabrina Rosa, diretora industrial da De Sírius.
4 - A Anvisa não considera a cisteína como tendo função alisante, apenas para efeito de condicionamento e de tratamento, segundo Érica França.
5 - Boa parte das empresas alia à carbocisteína outras substâncias vegetais, que aumentam hidratação emoliência dos fios, ou à queratina. O objetivo é reduzir volume e frizz, deixando-os comportados. "A carbocisteína tem como principal benefício hidratar e condicionar o cabelo, mas não tem função alisante", diz Fabricio Sousa, gerente de pesquisa e desenvolvimento da Polytechno Indústria Química.
6 - Outros ativos empregados em escovas de redução de volume são oxoacetamida de carbocisteína e oxoacetamida de queratina. Eles estão presentes numa matéria-prima da Polytecnho Indústrias Químicas, chamada Pro.Liss 100. "A sinergia entre as duas substâncias é que permite modelar os fios", diz Fabricio Souza. "O Pro.Liss 100 enfraquece as ligações hidrogeniônicas e salinas do cabelo, assim como, teoricamente, permite a interconvenção das ligações cisteínicas da superfície da fibra capilar. Após a aplicação do produto, o uso de chapinha com temperatura de no mínimo 200 C. e no máximo 230 C. permite a modelagem do cabelo de forma lisa e homogênea, diminuindo e controlando o frizz", complementa.
7 - A forma de ação do ácido glioxílico não está totalmente esclarecida para a comunidade científica.A explicação é de Sônia Barreto: Os cosméticos com ácido glioxílico têm pH baixo.Por isso, acredita-se que sua ação se dá na cutícula, pois para penetrar até o córtex é necessário abrir as escamas do fio, o que ocorre em pH mais elevado. Por outro lado, sendo uma molécula pequena, talvez possa penetrar até o córtex. Existe ainda o fato de as marcas usarem um xampu antirresíduo (que tem pH elevado) antes do tratamento, favorecendo assim a ação do ativo no córtex, onde ele poderia atuar nas pontes de enxofre para efeito de alisamento do cabelo".
8 - A modificação de cor é uma das questões que geram mais reclamações por parte de quem aplica e de quem usa as novas progressivas. "Essas alterações ocorrem em pigmentos artificiais, desencadeadas pela combinação do pH baixo com altas temperaturas. Quando o cabelo tem predominância de pigmentos naturais, há menor risco de alteração do tom, já que eles estão protegidos no interior do córtex. Por outro lado, se o cabelo estiver poroso, com a cutícula mais danificada, pode ocorrer degradação dos pigmentos naturais e, consequentemente, alterações da cor", explica Sônia Barreto.
-Só para fechar esta postagem gostaria de sitar duas das progressivas que trabalho, a primeira é o K-LISS da DE SÍRIUS, K-LISS é a primeira no Brasil a usar oxoacetamidas de carbocisteína, um composto que alisa os cabelos sem deixar cheiro desagradável e que não traz riscos para a saúde.
O produto é feito a partir da mistura de carbocisteína, conhecida por estimular a produção de de colágeno, com oxoácidos e aminoácidos, resultando em um composto chamado oxoacetamidas ácidas. Este age apenas na superfície dos fios, eliminando as ondas e o frizz dos cabelos. "O diferencial de K-LISS é exatamente permitir que os cabelos continuem recebendo nutrientes dos processos de hidratação e lavagem, mantendo assim o brilho e a vitalidade".
Confira o passo a passo:
E também o TREND LISS da TRUSS: selamento térmico,amino nutritivo, redução de volume, reconstrução e hidratação da fibra.
O S.T. Trend Liss TRUSS realiza a interconversão nas pontes dissulfeto que unem os aminoácidos cisteína, devido à composição balanceada dos componentes, promovendo redução de volume, proteção dos fios, recuperação do desgaste natural da fibra e o realinhamento dos fios em uma única etapa. Sua fórmula contém agentes hidratantes: proporcionam maior maleabilidade, maciez, hidratação e brilho.
Trend Liss: associação de aminoácidos biocompatíveis e proteínas ácidas que permitem a mudança temporária da estrutura capilar, deixando os fios fáceis de modelar, diminui e controla o volume, reduz o frizz e proporciona nutrição, hidratação, penteabilidade, brilho e movimento natural aos cabelos.
Bom, é isto...Dúvidas??Posta aí que responderemos ok!
Cabelos cacheado, liso, efeito molhado, topetes rockabilly e soltos texturizados de preferência desfiados ou repicados, com ar de quem lavou o cabelo e deixou secar naturalmente, vão estar em alta neste ano.
Desfiado texturizado
O estilo Pin-Up também é tendência em 2013 , este estilo é composto por penteado vintage, batom vermelho e delineador com traços puxado, cílios destacados e blush marcado, um lenço retrô também cai muito bem e promete ser muito usado neste ano.
Estilo Pin-Up
O rabo de cavalo e o franjão de lado continuam em alta.
As mechas coloridas como as tranças que foram muito usadas em 2012 continuam com tudo em 2013.
Imagine um produto que hidrata os seus cabelos enquanto limpa, tem textura de água o que favorece uma penetração profunda nos fios, protegendo e tratando de dentro para fora e o melhor de tudo, não custa muito caro, muitos poderiam pensar, se não fosse pelo preço barato, este santo milagroso seria o Óleo de Argan, mas na vedade, trata-se do Óleo de Monoi, um novo óleo capilar originário do Tahiti, que chegou para desbancar o reinado do Óleo de Argan.
O Óleo de Monoi é composto de óleo de coco e flor de Tiaré, planta originária do Tahiti, por ser produzido em uma escala maior que o óleo de Argan tem um preço mais baixo, mas as suas propriedades não são inferiores, para alguns especialistas, o óleo monoi é mais vantajoso e até melhor que o óleo de Argan.
Para facilitar a sua escolha e claro conseguir um cabelo hiratado e perfeito, separamos algumas vantagens desse poderoso óleo capilar.
Vantagens do óleo de Monoi
* Produto mais leve que o Argan, suas particulas dão uma textura parecida com a água.
* Por ser mais leve, o óleo de Monoi tem uma propriedade de penetração maior nos fios do cabelo.
* Trata profundamente os fios de dentro para fora.
* Tem efeito acumulativo, quanto mais utiliza o óleo, mais hidratado fia o seu cabelo.
* O óleo Monoi limpa seus cabelos enquanto hidrata.
* Suas propriedades se misturam com o óleo natural dos cabelos, limpa o couro e evita a caspa.
O óleo de Monoi é ideal para todos os tipos de cabelos: loiros, ruivos, crespos e cacheados, sendo um importantíssimo tratamento capilar, agindo na reestruturação dos fios, deixando-os com mais brilho, hidratados e fortes devido a sua função reparadora, umectante e nutritiva.